quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Circulando Autonomia, Filmes e Livros por uma Nova educação. . Quinta e Sexta na Funarte, sábado no Aud 2 Candangos.

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Olá, amig@s,



agradecemos a divulgação  e convidamos tod@s para o Evento de Extensão CIRCULANDO AUTONOMIA, que culmina nosso quarto ano de trabalho com o PEAC Diálogos com Experiências Educacionais Inovadoras - Proj.Autonomia.

O Projeto Autonomia reune professores do PED IP, e do MTC/TEF - FE  e  PED-IP, contando e estudantes de Pedagogia, Psicologia e vários outros cursos da UnB.

A ORGANIZAÇÃO do Evento conta com a colaboração ativa de ex-alunos do Projeto hoje trabalhando na rede pública  e em escolas associativas do DF, todos eles interessadas em uma EDUCAÇÃO LIBERTÁRIA, MAIS AUTÔNOMA, CRIATIVA, SOLIDÁRIA e RESPONSÁVEL,  e professores do Paranóa/Itapoã ligados ao nosso fórum quinzenal.

Também nos orgulhamos de contar com a parceria do GEPEPI, grupo constituído por ex-estudantes da FE que foram nossos parceiros no Projeto durante a graduação e hoje trilham esse caminho nas escolas e ambientes em que trabalham.

Vejam programação abaixo!



Atenciosamente,

Prof.ª Fátima Vidal e Profª Alexandra Rodrigues - FE/TEF e MTC
Profª Simone Lima e Profª Regina Pedroza - IP/PED


Circulando Autonomia

Filmes e livros por uma nova educação.

Um jornalista que rodou 17 mil quilômetros mapeando experiências educacionais que fazem a diferença no Brasil ; uma jovem pedagoga ouve as crianças clamando pelo direito de brincar de faz-de-conta; cineastas independentes perguntando a pais, educadores e crianças: uma escola diferente é possível? ; um coletivo que faz uma volta ao mundo diferente: procurando espaços educacionais inspiradores; uma pré-escola associativista que se reinventa há décadas no Planalto Central.

O Projeto de extensão da Universidade de Brasília Diálogos com Experiências Educacionais Inovadoras (Projeto Autonomia) reúne educadores, estudantes e membros da comunidade com um propósito: circular e praticar idéias que levem à transformação da educação. Idéias como as que estão nos livros e filmes que lançaremos e oficinas que realizaremos entre os dias 26 e 29 de novembro...

DIA 26 ÁS 9H-11H E 14H - 16 NA REGIONAL DE ENSINO DO PARANOÁ/ITAPOÃ .

QUINTA  DIA 27 SALA CASSIA ELLER DA FUNARTE

Lançamento do Filme
Quando Sinto que já Sei

e apresentação do projeto
Volta ao Mundo em 13 Escolas

Roda de conversa com os diretores  Anderson Lima e Antonio Lovato e autor Andé Gravatá


SEXTA  28 ÁS 19H NA SALA CASSIA ELLER DA FUNARTE

Lançamento do Livro 
A escolarizaçãod a brincadeira com  a autora Dianne Prestes

Roda de diálogo sobre desescolarização com GEPEPI/ Gabi Almeida

Conversa sobre CONANE Internacional com Sonia Goulart. 



SÁBADO DIA 29 ÁS 16H NO AUDITÓRIO DOIS CANDANGOS NA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNB

Cortejo de pernas de pau
Espectáculo de palhaços
Oficina de xilo , rima e cordel

Lançamento do livro Caindo no Brasil com o autor, Caio Dib 



Evento no facebook:
Confirme e convide amig@s!

A gente ama o que faz, mas ainda não conseguimos pagar as passagens aéreas de nossos ilustres convidados com amor. Então a gente tá passando o chapéu virtual pra viabilizar o evento. Topa ajudar? Clique aqui e venha com a gente!
http://www10.vakinha.com.br/VaquinhaE.aspx?e=311029]

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Especiais diversos - Atlântico Negro - Na rota dos Orixás_02

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Prezados Professores,
Não percam Atlântico Negro - Na rota dos Orixás, o documentário trata da riqueza cultural africana, sobretudo sua religiosidade. Exibe rituais e trajes típicos. Os africanos trouxeram para o Brasil os mestres da agricultura tropical e da criação de gado extensiva. Ele cita a religião dos orixás, muito ligada à noção de família. O tráfico de escravos da África para o Brasil durou 350 anos. Mais de 4 milhões de negros foram embarcados na costa africana com destino à Bahia, Maranhão, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. O Chachá Francisco Félix de Souza foi o maior traficante de escravos da costa atlântica da história. Há uma admiração e respeito recíprocos entre o Brasil e a África, bem como um grande entrosamento cultural.
Acesse: http://tvescola.mec.gov.br
Atenciosamente,
Equipe Portal do Professor

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

DESVARIO DAS ESCOLAS DE "ELITE".

Veja em: CONTRO+VÉRSIA!

Poeta Manoel de Barros falece em Campo Grande

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Manoel de Barros

Espetáculo trata da criação do ser-humano por meio de mitos africanos | “Tradição Viva” Espetáculo musical celebra a Semana da Consciência Negra

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Posted: 13 Nov 2014 05:16 AM PST


"O homem é o universo em miniatura”. A partir desta frase, a companhia Foli Ayê cria seu trabalho de estreia, “Tradição Viva”, espetáculo musical sobre a história da criação do ser-humano segundo a tradição Bambara do Komo (povos do sul do Saara, antiga Barfur) e sobre a criação do planta Terra, por meio itans (mitos) dos Yorubás. Em curta temporada, a peça será apresentada entre os dias 21 a 23 de novembro, às 21 horas, na sexta e no sábado, e às 20 horas no domingo, e marca o contexto de comemoração da Semana da Consciência Negra.

A tradição do Komo vem dos povos que hoje habitam a República do Mali, país africano ocupante da África Ocidental, cujas fortes influências fincaram raízes no Brasil depois da diáspora africana. Ao longo da peça, o mito traduz o nascimento e as funções tradicionais dos orixás, recriando a concepção das religiões de matrizes africanas no Brasil.

Com texto que encanta crianças e adultos, os personagens desses mitos serão representados por bonecos e traduzem o ofício dos griôs, sábios contadores de histórias, conhecidos pela perpetuação da tradição oral. Música, dança, artes visuais, projeções e outros recursos se alinham para uma recriação lúdica da criação do planeta Terra e do homem sob a ótica dos africanos da tradição Bambara e dos povos Yorubás. A ideia do grupo é utilizar a montagem como referência para o povo brasileiro, compartilhando os conhecimentos e saberes tradicionais africanos e justificando a autenticidade cultural dos descendentes dos negros escravizados no Brasil que, em sua maioria, vieram desta região.
No mito, Maa-Ngala, o Deus-Mestre, criou vinte seres, que constituíram o conjunto do universo. Na imagem dessas vinte primeiras criaturas, Maa-Ngala notou que nenhuma estava apta a tornar-se seu interlocutor. Então, recolheu um pedaço de cada uma das criaturas, misturou tudo e criou o vigésimo primeiro ser – o homem – e deu o nome de Maa. Se Maa-Ngala era Deus, Maa era o homem, um ser que ganhou um corpo especial, vertical e simétrico, com um pouco de cada um dos outros seres existentes.
Conta-se também sobre o aparecimento das divindades Oxalá (ou Obatalá), deus da criação que instalou o seu reino em Ifé, lugar sagrado dos yorubás. Fala-se que Obatalá tinha um irmão mais jovem chamado Oduduwa, que ambicionava executar as tarefas que Olòdùmarè confiou a Obatalá e, para tanto, armou uma cilada, provocando muita sede em Obatalá, que se encontrava bastante cansado da viagem. Ao se aproximar de uma palmeira, usando seu cajado, furou a dita palmeira e bebeu o emu (vinho de palma) que jorrava. Exausto embriagou-se rapidamente e ali mesmo deitou e adormeceu. Oduduwa, que vinha de espreita na retaguarda, passou à sua frente, e tornou-se fundador dos povos yorubás.
O musical “Tradição Viva” traz grande amparo na musicalidade original dos tambores Malinké e Yorubás, somando os recursos da sonoplastia e execução de trilha sonora ao vivo com instrumentos de corda, sopro e percussão que encontram-se em conexão com os elementos terra, ar e água abordados no referido mito.

O texto do espetáculo, de autoria de Nãnan Matos, com a colaboração do diretor de cena e dos bonequeiros, é construído a partir de um diálogo entre o velho sábio Neco e a jovem Aroni, interlocutora que aprende um pouco da história de suas raízes africanas, através da contação de histórias e de danças e músicas compostas especialmente para o espetáculo. A peça apresenta ao público um diálogo entre a cultura afro-brasileira e as culturas africanas, como forma de resgate das tradições ancestrais e de fortalecimento dos fundamentos e saberes populares dos povos que formaram a identidade brasileira.
Sob a direção de Abaetê Queiroz, o espetáculo conta com os bonequeiros Fabiola Resende e Thiago Francisco e os dançarinos Louise Lucena e Rafael Portela no elenco. A direção musical de “A Tradição Viva” é de Nãnan Matos, que é acompanhada, em cena, pelos músicos André Costa, Diogo Cerrado, Dani Neri e Felipe Fiúza. A concepção e criação dos arranjos musicais são do músico paulista André Ricardo. A preparação corporal, contextualizada nos movimentos africanos dos povos do oeste e dos yorubás tem parceria e consultoria de Luciane Ramos (SP).
 A tradição Bambara do Komo confere extrema importância à kuma (palavra), atribuindo a ela não só um poder criador, mas também a dupla função de “conservar” e “destruir” a tradição, sendo a fala, por excelência, o grande agente ativo da magia africana. A concepção do projeto tem como ponto forte a valorização da transmissão de conhecimentos através da linguagem oral, forma tradicional e popular de compreensão cultural.

Assim como no Brasil, um dos grandes desafios africanos hoje é o de integração das populações mais jovens aos costumes e saberes ancestrais. Os modelos europeus colonizadores colocaram em contraponto o cartesianismo, modo particular de “pensar o mundo” e o animismo, modo particular de vivê-lo e experimentá-lo, na totalidade do ser, criando um abismo cultural entre o que se foi e o que se é.

O musical foi contemplado no edital de Montagem de Espetáculos do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Distrito Federal – FAC/DF. Pela estreia, o espetáculo circulará com apresentações no Plano Piloto e na Ceilândia e conta, ainda, com tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), em sessão especial.



Ficha Técnica
Concepção, Direção Musical e Texto: Nãnan Matos
Direção de Cena e Iluminação: Abaetê Queiroz
Bonequeiros: Fabíola Resende e Thiago Francisco
Dançarinos: Louise Lucena e Rafael Portela
Arranjos e produção musical: André Ricardo
Músicos: André Costa, Dani Neri, Diogo Sousa, Felipe Fiúza e Nãnan Matos
Consultoria e preparação Corporal: Luciane Ramos
Sonorização: AudioPro
Operador de Som: Victor Valentim
Produção Executiva: Alessandra Rosa 
Produção Artística: Naimê França
Cenário e Figurino: Cyntia Carla
Assessoria de Comunicação: Um Nome Comunicação
Identidade Visual: Prila Paiva
Realização: Grupo Foli Ayê e Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Distrito Federal

Serviço – Tradição Viva
Data: 21 a 23 de novembro de 2014
Horário: sexta e sábado às 21h e domingo às 20h
Local: Teatro Plínio Marcos – Complexo Cultural da Funarte (Via Eixo Monumental, Lote II, Setor Divulgação Cultural - Brasília, DF
Classificação indicativa: Livre
Duração: 90 minutos
Capacidade: 542 lugares
Informações: (61) 3322-2076
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)

De Saúde da População Negra: Saúde da População Negra

Resposta a pergunta sobre a baixa representatividade de mulheres na ciência.

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O astrofísico norte americano Neil deGrasse Tyson dá um baile de resposta a uma pergunta sobre a baixa representatividade de mulheres na ciência. Em menos de 3 minutos, ele traz, com bom humor mas muito impacto, reflexão importante sobre sistemas educacionais , sociedade, preconceito e oportunidade,

Por escolas que não pressuponham que carreira alguem vai seguir...e que construam sociedades livres de sexismo, racismo e capacitismo!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Aniversário da APA Bacia do Rio Descoberto.

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Caros Conselheiros,

A Unidade de Conservação Área de Proteção Ambiental (APA) Bacia do Rio Descoberto está comemorando seus 31 anos de criação, no dia 07/11/2014 e, para celebrarmos essa data, e ainda, a I Semana da Bacia do Descoberto (03 a 09 de novembro) estaremos realizando algumas atividades socioeducativas, afim de alertar e conscientizar nossa comunidade da importância de se preservar nosso ambiente.
Assim, temos a honra de convidar os senhores para esse grandioso evento (segue programação anexo). 
Contamos com o apoio, participação e divulgação de todos os senhores.
Solicitamos favor de confirmar o mais breve possível.

Atenciosamente.

Herika Matsunaga
Analista Ambiental
ICMBIO/ APARD


31º aniversário da APA Bacia do Rio Descoberto e a
I Semana da Bacia do Descoberto!
07 a 09/11/2014
Venha comemorar conosco!
Dia 07/11  9h: plantio de mudas do Cerrado na nascente do Córrego Currais. Ponto de encontro sede da Flona de Brasília.
Dia 08/11 9h: mutirão de limpeza da APA em um trecho da BR 070. Ponto de encontro na sede da Flona de Brasília.
Dia 09/11 9h às 16h: Ferinha do Cerrado, com produtos artesanais, gastronomia do Cerrado, trilha interpretativa (10h), slackline, picnik, trilhas, etc. Local: estacionamento da FLONA de Brasília.
Traga sua rede, canga, bike, filhos e amigos para comemorar conosco!!!

Foto "Temos de nos tornar na mudança que queremos ver no mundo."
                                                                                                        (Manhatma Gandhi)                                                                 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Hélia Cristina Sousa Giannetti - Coordenadora

COORDENAÇÃO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - COEDH
      
GDF - SEDF - SUBEB - COEDH                          
SBN Q. 2 - Bloco C -  6º andar - Edifício Phenícia 
Telefones: 3901.6785    fone/fax: 3901.4427